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Dino Dodg'em  

Nem só de empresas nacionais "vivem" os jogadores brasileiros. Um bom exemplo, é o joguinho abaixo: barato, simples e divertido.

Encontrei este joguinho meio "jogado" (não resisti ao trocadilho fácil...) em uma loja de brinquedos. Fui dar uma olhada, e acabei comprando, pois meu filho, o Mateus, adora dinossauros.

Li as regras em português, e acabei achando que o joguinho era meio "bobinho". Mas, analisando com calma, acho até que é um jogo com "possibilidades.

Segundo o folheto que acompanha o jogo, o "Dino Dodg'em" seria a primeira versão industrial, do jogo "Dodgem", criado em 1972, por Colin Vout, na época um estudante de matemática da Universidade de Cambridge.


Achei os dinossaurinhos bem simpáticos...

O jogo passou a ser fabricado pela "Binary Arts". O jogo chegou a ser descrito pelo matemático Martin Gardner na revista "Scientific American magazine".

O próprio fabricante classifica o jogo como "a very sophisticated game"...

Confesso que gosto de jogos simples. Este possui regras simples: você precisa levar seus dinossauros para fora do tabuleiro. Cada jogador move um dinossauro por vez, uma única casa. Só é possível ir para frente ou para o lado. Não se pode "pular" o dinossauro do adversário ou um seu próprio.

Ganha quem retirar todos os dinossauros do tabuleiro primeiro.

Observe-se que o tabuleiro possui 16 casas. Mas cada jogador possui somente 3 dinos.

Caixa do joguinho
O tabuleiro


Travessia

O "Travessia" nada mais é que o joguinho acima, com uma roupagem personalizada.

Para comemorar os dois anos de vida do site, em 2003, encomendei ao Zampa um tabuleiro baseado no "Dodg´em". Com o tabuleiro em mãos, fiz uma pequena enquete para "batizar" o jogo e, dentre aqueles que participaram, escolhi o nome "Travessia", proposto pelo amigo Marcelo Porto Allen.

Segundo ele, "Travessia é curto (portanto fácil de lembrar), indica uma ação (atravessar o tabuleiro) através da qual se obtém a vitória, e, para mim, tem uma referência velada a dificuldade ou transformação, algo como o 'mito do herói', que sempre envolve uma viagem na qual o herói acaba se transfigurando".

Gostei.

O Marcelo, ao receber o tabuleiro, inovou, fazendo uma variação interessante das regras: ele propôs que as peças pudessem saltar sobre as peças do adversário ou suas próprias. Assim, ao invés de se bloquear o adversário para que não ande, a estratégia é justamente impedir que o adversário consiga saltar as peças e "caminhar" mais rápido! Achei uma solução interessante. Parabéns duplos ao Marcelo, pela imaginação!

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