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O jogo das contas de vidro - Romance
Hermann Hesse - 9ª Ed. - Ed. Record -
1971
Hesse é considerado por muitos, um dos
"pilares" do moderno esoterismo. Meio
"new age", meio "profeta",
neste livro ele trata de uma "ordem monástica"
não religiosa, que se dedica ao estudo
pelo estudo. Seus membros não tem obrigações
para com o mundo, limitando-se a aprofundar-se
em estudos de várias matérias como
matemática, física e etc.
Mas o principal interesse
da Ordem é o "Jogo de Avelórios".
Hesse não descreve como ocorre tal jogo,
deixando porém os indícios de que
o jogo se basearia em criações e
improvisações musicais. |
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| Nas verdade
trata-se de um livro que pode ser olhado de duas
formas: o que buscam nele um profundo sentido
esotérico, certamente encontrarão.
Os que buscam simples diversão e entretenimento,
também encontrarão.
Vale a leitura, ainda que
pouco acrescente a quem efetivamente gosta de
JOGOS. |
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| Os dias
de Pat Prafrente - Conto
Philip. K. Dick
Publicado na coletânea "O Pagamento"
Ed. Record - 2004
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| Philip. K.
Dick é um dos grandes escritores de ficção
científica do final do século passado.
Nascido em 1928, morreu, de ataque cardíaco
em 1982.
Suas histórias longas são complexas,
onde a ficção científica
acaba sendo pano de fundo para que o autor discuta
problemas existenciais e os males do consumo de
drogas, que o autor conheceu bem.
Já seus contos e histórias curtas,
tratam mais diretamente dos temos caros à
ficção científica, como viagens
no tempo, invasões alienígenas e
fim do mundo.
Neste conto, "Os dias de Pat Prafrente",
Dick aborda, mais uma vez, uma sociedade decadente,
dependente de ajuda externa de alienígenas
não perfeitamente descritos.
Os humanos, passam seus dias as voltas com o jogo
da Pat Prafrente, uma boneca, para a qual são
construídos tabuleiros com inúmeros
detalhes e ambientes.
Eles, por fim, acabam por se confrontar com outras
pessoas, que porém jogam o jogo da "Connie
Companheira"...
Sem entrar em detalhes sobre o jogo em si, Dick
se esmera em mostrar como as pessoas (e a humanidade)
podem perder o rumo, ficando absortas em coisas
insignificantes, que podem acabar por se tornar
a coisa mais importante de suas existências.
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A máquina
de xadrez
Robert Lohr
Ed. Record - 2007 |
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Quem teve
a paciência de olhar meu site e olhou a página de xadrez,
certamente viu a historia do "Turco", uma máquina de jogar
xadrez, criada no séc. XVIII.
Pois bem, esse livro trás a versão romanceada da história
do "Turco".
Unindo fatos históricos com a ficção, o autor descreve a
trajetória que a maquina de xadrez teria percorrido na
Europa.
O autor "cria" o pequeno anão jogador de xadrez que teria
dado vida à máquina, recriando assim os jogos do Turco e a
vida da nobreza européia da época.
Bem legal. |
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